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.: Acontecimentos :.  

 

Assessoria Especial em Comunicação, por Eliana Mora

Oficina Literária Virtual, por Raimundo Carrero

Oficina de Poesia Canção do Ser, por João de Abreu Borges

PEP - Programa Estante do Professor

Oficina Literária de Contos, de Edmar Monteiro Filho

Centro de Cultura Judaica

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.: Estante :.  

 

Apanhando a lua..., de Rosane Villela

Leão Lírico, de Elaine Pauvolid

Campo de Trigo com Corvos, de Silas Corrêa Leite

Certas Canções, de Marcelo Semer

As Mulheres Gozam pelo Ouvido, de Sylvio Back

Meu nome agora é Jaque, de Eltânia André

O sal das rosas, de Bárbara Lia

Portão de ferro, de Raquel Naveira

Noir, de Bárbara Lia

No coração da boca, de Vera Lúcia de Oliveira

O novo cinema iraniano — arte e intervenção social, Alessandra Meleiro

COYOTE: o 14º uivo

Oroboro - revista de poesia e arte - n.° 7

Transroca: o navio proibido, de Rodrigo Capella

Em queda livre, de Márcia Maia

Literatura e Ceticismo, Gustavo Bernardo (Org.)

Reportagem: a arte da investigação, de Maria Cecília Guirado

Crime Feito em Casa, Flávio Moreira da Costa (Org.)

Do lado de fora, Carola Saavedra

Rebelião na Zona Fantasma, CD de Ademir Assunção

O amor que move o sol e outras estrelas, Joyce Cavalccante (Org.)

Como mimar seu cão, Rodrigo Capella

Poesia Reunida, Ensaios Escolhidos, de Ivan Junqueira

Profanação, de Ruy Fabiano

Inescritos, de Luci Collin

Outro Sol, de Júlio Polidoro

Sibila — Revista de Poesia e Cultura

Natália, de Jussara Salazar

Óbvio, de Moacir Amâncio

Nômada, de Rodrigo Garcia Lopes

Cruzeiros do Sul, por Urda Alice Klueger

Sob a Luz do Farol, de Viegas Fernandes da Costa

Santo Reis da Luz Divina, de Marco Aurélio Cremasco

O Sangue dos Dias Transparentes, de Paulo Franchetti

Jardim de Camaleões — A Poesia Neobarroca na América Latina

Caligrafias, de Adriana Lisboa

Lorde, de João Gilberto Noll

O Silêncio do Delator, de José Nêumanne

Encarniçado, de João Filho

Trinca dos Traídos, de Iacyr Anderson Freitas

Dicionário Mínimo, de Fernando Fiorese

A Chuva Nos Ruídos, de Vera Lúcia de Oliveira

O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios, de Denilson Lopes

Primeiro de Abril, de André Luiz Pinto

Amar-te a ti nem sei se com carícias, de Wilson Bueno

Novo CD de Affonso Romano de Sant'Anna

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rodrigo de souza leão
1965 | 2009 
©cristina carriconde
 
VIDA
 
A mim foi negado tudo.
Até o absurdo.
 
(Descanse, Digão, acabou. Agora a dor é só nossa. E não passa.)
 
Rodrigo de Souza Leão, um dos mais significativos poetas contemporêneos brasileiros, morre aos 43 anos, vítima de ataque cardíaco. A Casa das Rosas fará uma homenagem ao poeta no dia 09 de julho, quinta-feira, às 19 horas. Com a presença dos poetas Claudio Daniel, Horácio Costa, Virna Teixeira, Frederico Barbosa e Marcio-André.
 
Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Av. Paulista, 37 - Bela Vista
(11) 3285-6986 | 3288-9447
contato.cr@poiesis.org.br 
www.casadasrosas-sp.org.br
 
Rodrigo de Souza Leão na Germina
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clique aqui


 [Escrito por Silvana às 08h53 ] [envie este texto]

 




crack, de cláudio portela
 

É de ler até a última pedra
 
A poesia e a prosapoesia de Cláudio Portella têm humor, muito humor. "Eu esqueci seu semblante a pedradas. A pedradas!", isto me provoca boas risadas. Humor negro, sorriso perverso: ter como maior sonho fumar crack usando as cinzas da mãe. Talvez não, talvez suprema homenagem filial. E por aí vai seu novo livro, Crack, a homenagear referências, a descarnar sensações mórbidas, a sacanear nossos pruridos de pretenso bom-mocismo, a queimar até a última fumaça, a lançar estilhaços de provocações de um submundo erigido em mundo (mundus: limpo, puro, purificado). Este cearense que tem a metade da minha idade, nascido em 1972, chamou-me atenção pela primeira vez num lance de humanismo da parte dele. Só nos conhecemos por carta, emeio e leitura mútua de nossos textos. Não sou crítico, muito menos de poesia, para mim outra enfermaria, à qual tenho acesso, no máximo, às frestas pelas quais contemplo, admirado e invejoso seus habitantes. Assim, como leitor profissional, quando leio um Cláudio Portella, atrevo-me apenas a dizer se gosto ou não gosto. Pois gosto.
 
Mylton Severiano
Jornalista
Da enfermaria da revista Caros Amigos

SOBRE O AUTOR
Cláudio Portella
é escritor, poeta e resenhista literário. Nasceu em Fortaleza em 1972. Autor de Bingo! (Porto/Portugal: Editora Palavra em Mutação, 2003) e de Os melhores poemas de Patativa do Assaré (São Paulo: Global Editora, 2006). Figura em mais de trinta antologias literárias, entre nacionais e estrangeiras. Seus trabalhos estão traduzidos em vários idiomas. O escritor é publicado em revistas, jornais, suplementos, revistas eletrônicas, sites, blogs e flogs. Contato:
clautella@ig.com.br
 
SERVIÇO
CRACK (2009)
CLÁUDIO PORTELLA
POESIA
MECA EDITORA
14cmx21cm
48 págs
ISBN 85.7563.388.0
PREÇO R$ 20
 
ONDE ENCONTRAR
Livrarias Livro Técnico (Fortaleza)
Livraria Oboé (Fortaleza)
Ou pelo email:
clautella@ig.com.br
(inclusa a tarifa de entrega)
 
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 coyote chega ao número 19
com entrevista inédita de joão cabral
 
 
Entrevista inédita de João Cabral de Melo Neto, feita em 1993, conto do norte-americano Donald Barthelme, traduções da poeta espanhola radicada no Paraguai, Montserrat Alvarez, e uma história em quadrinhos de Teo Adorno, com roteiro de Luiz Bras, são destaques do novo número da revista.
 
"Quando estava morando em Barcelona, tinha acabado de escrever e publicar a 'Psicologia da Composição' e estava certo de que não iria mais escrever poesia. (...) Tinha a impressão que havia chegado a um extremo tal de intelectualismo, por assim dizer, com a 'Psicologia da Composição', que não tinha mais sentido seguir naquele caminho". A revelação surpreendente de João Cabral de Melo Neto dá o tom da entrevista feita pelo poeta gaúcho Thomaz Albarnoz Neves, no outono de 1993 — um dos destaques da nova edição da revista Coyote.
 
Com sua linha editorial calcada na radicalidade e na diversidade de vozes e visões artísticas, Coyote 19 mostra também uma nova safra de poemas de Ademir Assunção e Annita Costa Malufe, a densa e atormentada dicção da poeta espanhola radicada no Paraguai, Montserrat Alvarez, em poemas traduzidos por Luiz Roberto Guedes, contos de Marcelo Maluf e Reni Adriano, poemas do norte-americano George Oppen (traduzidos por Ruy Vasconcelos) e da portuguesa Ana Luísa Amaral, além de quadrinhos da dupla Teo Adorno e Luiz Bras. A revista apresenta ainda um conto do norte-americano Donald Barthelme (traduzido por Caetano Waldrigues Galindo) e ensaio fotográfico do londrinense Rogério Ivano.
 
Em seus sete anos de atividade, Coyote prossegue abrindo espaço para novos autores, resgatando e apresentando nomes importantes das letras e das artes, de épocas e lugares diferentes, instigando a reflexão e a criação literária. A revista é patrocinada pelo PROMIC (Programa Municipal de Incentivo à Cultura) da cidade de Londrina.
 
COYOTE é editada pelos poetas Ademir Assunção, Marcos Losnak e Rodrigo Garcia Lopes. Projeto gráfico de Marcos Losnak. Distribuição nacional (em livrarias) pela Editora Iluminuras.
 
COYOTE 19 | 52 páginas | R$ 10,00
 
Uma publicação da Kan Editora. Vendas em livrarias de todo o país pela Editora Iluminuraswww.iluminuras.com.br. Tel.: (11) 3031-6161. Pode ser adquirida também na internet pelo Sebo do Bac: www.sebodobac.com
 
 
Tels: (43) 3334-3299 | (11) 3731-3281
 
PATROCÍNIO: PROMIC - PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO A CULTURA – SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE LONDRINA (PR)
 
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letteralibris | grandes escritores
 
 
Apresentados por Nelson de Oliveira, Marne Lúcio Guedes e Ricardo Josuá.
 


 [Escrito por Silvana às 08h49 ] [envie este texto]

 




em salvador
cartas bahianas
marcos dias, aninha franco & joão filho
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em são paulo
márcia bechara, métodos extremos de
sobrevivência
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MÉTODOS EXTREMOS DE SOBREVIVÊNCIA: o título provocativo dá nome ao novo livro da autora Márcia Bechara, projeto premiado pelo Programa de Ação Cultural do Governo de São Paulo e que será lançado pela Publisher Brasil no dia 07 de julho, no Sesc Pinheiros, na capital paulista. Depois de Casa das Feras (7Letras, 2007), a escritora traz contos que misturam ironia, esperança e transgressão a um forte mergulho poético em todas as possibilidades de sobrevivência. A capa traz imagem inédita gentilmente cedida pela bonequeira russa Marina Bychkova, radicada no Canadá, artista que costuma ilustrar algumas das publicações mais badaladas do mundo. Ainda em 2009, Márcia participa de duas antologias, uma da Editora Record, sobre o universo árabe-judaico, e outra pelo selo Demônio Negro, ao lado de outras quatro jovens autoras contemporênas, intitulada Urbanas.

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coleção obras antológicas
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vozes poéticas
neuzza pinhero | rodrigo garcia lopes
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em ouro preto
fernando pacheco | das coisas que se inventa
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de 4 de julho a 5 de agosto
museu casa dos contos
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em belo horizonte
festival de inverno | charles bar
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o negócio é ser feliz
adriano trindade machado (rosca)

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grupo galpão | till — a saga de um
herói torto

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libério neves, josé maurício sellos, mauro
martins, sílvia maneira e cláudio martins
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sarau a paz necessária
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a violência no cinema
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em porto alegre
coleção palavra viva

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 [Escrito por Silvana às 07h59 ] [envie este texto]

 




escritoras suicidas
©eliége jachini

edição 35 | junho de 2009
temas:  farpas | o outro lado | retrato

cristais sobre o rio
jussara salazar

Sim, lá vai o rio. Passa espesso, luminoso, profundo. Intenso vai carrega velhos cristais na procissão de homens, flores, fitas, votos, velas. Fantasmas ondulam a superfície larga. Quaram. Óculos e vejo... >>> Leia mais



 [Escrito por Silvana às 23h51 ] [envie este texto]

 




quatro excepcionais escritores e um profícuo
organizador: mauro rosso
 
 
Sem sombra de dúvidas, Mauro Rosso é o autor brasileiro de maior produção individual do momento. Sem dúvidas, ou perda qualitativa, pois a quantidade vem acoplada à qualidade. Em sequência à obra Contos de Machado de Assis: relicários e raisonnés, publicada em 2008 por Edições Loyola/Ed. PUC-Rio, que contém o conto até então inédito em livro "Um para o outro" e os também inéditos, nunca construídos, raisonnés contísticos machadianos — será publicado em junho, até mesmo como reverência a um centenário, em 2008, não devidamente tratado e algo olvidado, Contos de Arthur Azevedo: os "efêmeros" e inéditos, por Edições Loyola/Ed. PUC-Rio, que, característico do trabalho de pesquisador de Rosso, abriga sete contos azevedinos nunca publicados em livro, além do conjunto dos "contos efêmeros", em  significativa reedição dessa "saborosa" coletânea originalmente lançada em 1897, exemplo fidedigno do melhor da verve humorística, irônica, mas essencialmente crítica de Azevedo para os fatos, os homens, as ruas, as relações sociais e pessoais de seu tempo,  no qual foi reconhecido como um dos grandes criadores artísticos do País, seu talento irradiando-se também pelo teatro, pela crônica e pela poesia. Desse multi-artista será ainda dado a público, idealizado e organizado por Rosso, o audiolivro Arthur Azevedo: contos memoráveis, pela LivroFalante, com 20 das mais divertidas e atraentes narrativas do autor de pequenas jóias contísticas.

Em tempo: 2008 também marcou — a ter continuidade — a consecução de um projeto de veiculação de textos literários na mídia digital: a Germina — Revista de Literatura e Arte abrigou conjuntos de contos de Machado, organizados em chaves temáticas, com alentadoras respostas e resultados. Nesta seara, o presente ano contempla a veiculação trimestral de outros conjuntos contísticos, de autores brasileiros diversos, abrigados na seção Lettera Brasilis e iniciados, em março, por Humor à carioca.
 
Rosso oferece mais: já no prelo o vol. I da antologia Machado de Assis e a política: crônicas, a ser editada em três volumes ao longo do ano, composta de nada menos que 387 textos — vale dizer, cerca de 62 por cento do total de 628 — em que o notável cronista, como ninguém, debruça-se — e disseca, criticamente — a política e a história brasileira do século XIX, inclusive, a desmistificar a absurdamente equivocada pecha de "despolitizado", "alheio às questões de seu tempo", etc., a ele atribuída. Machado tinha opiniões políticas, e por meio de sua obra é possível observar a história brasileira de sua época através do olhar literário, no caso um olhar sempre direto, claro, transparente — raramente oblíquo, arrevesado, enviezado, muito menos dissimulado. A antologia — temática, como poucas já organizadas, editadas e publicadas do grande escritor — reúne crônicas inéditas em livro, além de um raisonné especialmente construído, a exibir como nunca antes efetivado o retrato e catalogação integrados de todas as crônicas da temática em tela, e será publicada pelo Senado Federal, ao longo deste 2009.
 
O ano marca ainda o centenário de morte de, mais do que escritor, articulista, ensaísta, um autêntico pensador brasileiro, de quem Rosso finaliza a preparação de Escritos políticos de Euclides da Cunha — por Edições Loyola/Ed. PUC-Rio, a sair em agosto, reunindo todos os textos, quer aqueles publicados em periódicos, quer os integrados a coletâneas do próprio Euclides, comprobatórios da insofismável condição de verdadeiro ser político do autor de Os sertões, cuja vida e toda obra fizeram-no testemunha e intérprete da época, suas biografia e bibliografia se confundindo com a própria história social e política brasileira do final do século XIX e início do século XX, com um discernimento, lastreado em sólida formação intelectual, lucidamente sintonizado aos fatos de seu tempo e  prenunciador de muito  dos tempos atuais. A obra, na esteira da "tradição" de Rosso, abrigará  um documento inédito, referente a Euclides da Cunha — aliás, vale lembrar, autor de À margem da história, que  completa, neste 2009, exatos 100 anos de publicação.
 
O ano é centenário também da publicação em livro (antes, em outubro-dezembro de 1907, o fora em folhetins na Floreal, revista de efêmera duração) do primeiro romance de Lima Barreto, Recordações do escrivão Isaias Caminha. Na justa reverência a esse autor brasileiro de alto quilate, será dado a lume no segundo semestre, por Edições Loyola/Ed. PUC-Rio, Contos de Lima Barreto: os "argelinos" e outros textos recuperados, concebido e organizado por Rosso, sob seu approach de resgate de obras algo relegadas, ou  esquecidas, ou mesmo desconhecidas, os "contos argelinos", assim batizados pelo próprio Lima, escritos entre 1915 e 1921, peculiares e inusitados per se, ostentam suma importância sob vários aspectos, por sua temática e por seu papel na literatura barretiana. E junto a eles, 33 contos, significativos por seus enfoques comuns, que receberam publicação em apenas uma coletânea específica.
 
O ano não poderia se encerrar sem que aparecesse Machado de Assis, cujo nascimento completa 170 anos — no caso, com um conjunto de textos extraordinariamente diferenciados em sua profícua e criativa lavra:  Gazeta de Holanda: os versiprosa machadianos (o termo "versiprosa" cunhado pioneiramente por Machado à época), por Edições Loyola/Ed. PUC-Rio, traz 48 crônicas em forma de verso, escritas entre 1886 e 1888, somente integradas a coletâneas, jamais em volume isolado, carregadas da mais demolidora ironia, condimentadas de sátira, sarcasmo e pilhéria para um retrato crítico da sociedade prestes a vivenciar a Abolição e a República.
 
Os 120 anos de implantação da República constituem um fecho adequado para 2009 — uma espécie de corolário para a produção autoral de Rosso: nela e a ela estão integrados e "linkados"Machado, Euclides, Arthur e Lima — o primeiro, nada simpatizante e cético; o segundo, ardoroso propagador e articulista de primeira hora, depois,  desapontado e severo crítico; o terceiro, defensor, mas não entusiasta, muito menos militante (ao contrário da esmagadora maioria de seus pares) — embora,assim como Euclides, admiradores de Floriano Peixoto — o último, crítico radical, intransigente, veemente, vigoroso do novo regime, como de resto, dos rumos do país no início do século XX.
 
Justo os quatro autores — os mais representativos de um período crucial tanto da história quanto da literatura do país, a segunda metade do século XIX e início do século XX, tanto a história quanto a literatura sofrendo inflexões decisivas, consolidando-se e sedimentando-se — os quatro  a se publicarem sob a égide de idealização, concepção e organização de Rosso dentro de seu afinco na difusão de textos, obras e autores brasileiros absolutamente relevantes.
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em belo horizonte
terças poéticas
ronaldo werneck | rogério salgado

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minerarObranco, de ronaldo werneck
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clique realidade, de antonio augusto gomes
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metrópolis, de zècésar
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daniel galera | ofício da palavra
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no rio de janeiro
cursos livres | cal

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www.cal.com.br
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em porto alegre
palavra | alegria da influência
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 [Escrito por Silvana às 09h35 ] [envie este texto]

 




no rio de janeiro
oficina da imaginação e extremos
por josé castello | estação das letras
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O escritor e crítico literário José Castello marca presença em dois cursos especialíssimos de férias da Estação das Letras, no Flamengo. A Oficina da Imaginação, que busca na literatura novos olhares para o real, acontecerá nos dias 6, 7 e 8 de julho, de 18h30 às 21h30. A oficina Extremos: círculo de leitura de ficções radicais — lendo memórias do subsolo de F. Dostoievski será realizada em parceria com a psicanalista Maria Helena Lemgruber nos dias 9 e 10 de julho, de 18h30 às 21h30, e no dia 11, das 10h às 14h. A inscrições podem ser feitas pelo tel.: (21) 3237-3947.
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livros na mesa | estação das letras
catarina pereira e rodrigo de souza leão
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 [Escrito por Silvana às 18h46 ] [envie este texto]

 




em são paulo
claudio daniel: curso de criação poética
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O poeta Claudio Daniel realiza um curso de criação poética no Ateliê do Centro, localizado na Rua Epitácio Pessoa, 91, próximo à estação de metrô República, em São Paulo. O curso, que acontece aos sábados, das 15 às 17h, é dividido em vários módulos, com exposições teóricas sobre Mallarmé, Valéry, Ezra Pound, Haroldo de Campos, entre outros poetas, e exercícios práticos de criação.
 
Para quem mora em outras cidades, o curso pode ser feito online, via Skype.
 
Informações sobre o curso estão disponíveis no blogue Laboratório de Criação Poética: http://labcripoe.blogspot.com.
 
Quem estiver interessado em participar pode enviar uma mensagem para o e-mail claudio.dan@gmail.com.



 [Escrito por Silvana às 18h58 ] [envie este texto]