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Rua Direita, de Anderson Borges Costa

Quermesse: Toda a Poesia Erótica de Sylvio Back

A Solidão de Caronte, de Homero Gomes

Felicidade — práticas essenciais para uma consciência plena, de Thich Nhat Hanh

Lembrança de Homens que Não Existiam | Floriano Martins (poemas) e Valdir Rocha (desenhos)

Meninos de Arte, de Juan José Balzi

Jim Morrison: O Rei Lagarto, de Luciano Saracino e Quique Alcatena

3355 Situações que você deve saber para não morrer como nos filmes de terror, de Gerson Couto

História da Minha Fuga das Prisões de Veneza, de Giacomo Casanova

Rubores, de Leandro Jardim

O homem interdito, de Marcelo Benini

De Olho na Morte e Antes, de Fernando Fortes

Névoa, de Miguel de Unamuno [Tradução de Fabiano Calixto]

Negro Amor, de Ricardo Bellissimo

Contos Inefáveis, de Carlos Nejar

O Namorado do Papai Ronca, de Plínio Camillo

Zero a Sem - Haicais Chineses, de Ricardo Portugal

O Silêncio como Contorno da Mão, por Elaine Pauvolid

Poesia Completa de Yu Xuanji

Aprendizagens & Linhas Para Minha Mãe, de Vicentônio Regis Nascimento Silva

O Professor de Piano, de Rinaldo de Fernandes

O Adversário, de Maurício Limeira

O Fantasma do Mare Dei, de George dos Santos Pacheco

Apanhando a lua..., de Rosane Villela

Leão Lírico, de Elaine Pauvolid

Campo de Trigo com Corvos, de Silas Corrêa Leite

Certas Canções, de Marcelo Semer

As Mulheres Gozam pelo Ouvido, de Sylvio Back

Meu nome agora é Jaque, de Eltânia André

O sal das rosas, de Bárbara Lia

Portão de ferro, de Raquel Naveira

Noir, de Bárbara Lia

No coração da boca, de Vera Lúcia de Oliveira

O novo cinema iraniano — arte e intervenção social, Alessandra Meleiro

COYOTE: o 14º uivo

Oroboro - revista de poesia e arte - n.° 7

Transroca: o navio proibido, de Rodrigo Capella

Em queda livre, de Márcia Maia

Literatura e Ceticismo, Gustavo Bernardo (Org.)

Reportagem: a arte da investigação, de Maria Cecília Guirado

Crime Feito em Casa, Flávio Moreira da Costa (Org.)

Do lado de fora, Carola Saavedra

Rebelião na Zona Fantasma, CD de Ademir Assunção

O amor que move o sol e outras estrelas, Joyce Cavalccante (Org.)

Como mimar seu cão, Rodrigo Capella

Poesia Reunida, Ensaios Escolhidos, de Ivan Junqueira

Profanação, de Ruy Fabiano

Inescritos, de Luci Collin

Outro Sol, de Júlio Polidoro

Sibila — Revista de Poesia e Cultura

Natália, de Jussara Salazar

Óbvio, de Moacir Amâncio

Nômada, de Rodrigo Garcia Lopes

Cruzeiros do Sul, por Urda Alice Klueger

Sob a Luz do Farol, de Viegas Fernandes da Costa

Santo Reis da Luz Divina, de Marco Aurélio Cremasco

O Sangue dos Dias Transparentes, de Paulo Franchetti

Jardim de Camaleões — A Poesia Neobarroca na América Latina

Caligrafias, de Adriana Lisboa

Lorde, de João Gilberto Noll

O Silêncio do Delator, de José Nêumanne

Encarniçado, de João Filho

Trinca dos Traídos, de Iacyr Anderson Freitas

Dicionário Mínimo, de Fernando Fiorese

A Chuva Nos Ruídos, de Vera Lúcia de Oliveira

O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios, de Denilson Lopes

Primeiro de Abril, de André Luiz Pinto

Amar-te a ti nem sei se com carícias, de Wilson Bueno

Novo CD de Affonso Romano de Sant'Anna








novo endereço:
 

germinaliteratura.blogspot.com.br



 [Escrito por Silvana às 21h56 ] [envie este texto]

 




no rio de janeiro

mesa-redonda em homenagem

a rodrigo de souza leão

 

 

 

 

 

 

 

quermesse

poesia erótica reunida,

de sylvio back

 

 

Sobre Quermesse: clique aqui e ouça.

 

 

 

 

 

em brasília

catraca inoperante,

de clara arreguy

 

 



 [Escrito por Silvana às 08h45 ] [envie este texto]

 




no rio de janeiro

18 anos muito bem vividos:

estação das letras

 

 

 

Estação das Letras comemora maioridade com festa e

presença do português Gonçalo Tavares

 

 

Nascida para concretizar um sonho pessoal de sua criadora, a poeta e mestre em teoria literária Suzana Vargas, e de um grupo de escritores, entre eles Flávio Moreira da Costa, Victor Giudice, Sérgio Sant'anna e Antônio Torres, a Estação das Letras está comemorando sua maioridade: são 18 anos como reduto da literatura nacional no meio do caminho entre o Centro e a Zona Sul do Rio de Janeiro e uma bagagem de mais de 15 mil alunos em sua trajetória.

 

Em quase duas décadas, a Estação recebeu mestres da dimensão de Cleonice Berardinelli, Ferreira Gullar, Marina Colasanti, Ana Maria Machado, Affonso Romano de Sant'Anna e Antônio Carlos Secchin. Autores e mestres da literatura brasileira aceitaram compartilhar suas experiências profissionais com gente de muitas idades, um tanto de ideias, e, em comum, o desejo de melhorar seu fazer literário. Quiçá viver dele!

 

"São 18 anos de muita luta como pioneiros nessa modalidade de trabalho. Somos o primeiro espaço (e talvez único no país) alternativo, sem financiamento de ninguém, dedicado exclusivamente à literatura e leitura", define Suzana Vargas, para quem a luta é justamente provar que um lugar como a Estação pode ser autossustentável.

 

A festa, com direito a "Parabéns para Você", será na quinta-feira, 24 de abril, na Fundação Casa de Rui Barbosa, a partir das 17 h. O mestre da cerimônia é ninguém menos que o escritor e professor português Gonçalo M. Tavares, de passagem pelo Brasil, e que falará sobre os universos da criação literária. Gonçalo não perde a oportunidade e integra também a programação de cursos do mês com um workshop, no sábado, dia 26.

 

A grade de aulas, cuidada pessoalmente pela Suzana nesses 18 anos, disponibiliza cursos regulares,  que duram até quatro meses, oferecidos nas modalidades Introdução e Avançado, e cursos mais rápidos de um ou dois meses, workshops, ciclos de palestras, além de aulas rápidas aos sábados. Abril, por exemplo, conta com um ciclo de Cortázar no ano do centenário dele, de Palavra e Imagem, sobre História da Arte e, entre os profissionalizantes, o de Como ser Editor.

 

Para comemorar o marco dos 18 também entrou recentemente no ar o novo site da casa [www.estacaodasletras.com.br], com o lançamento das oficinas on-line, inaugurando um novo capítulo nesta história. Com a elas, a Estação realiza o desejo de muita gente, moradora nos quatro cantos do país, e mesmo fora dele, que solicita frequentemente o serviço da entidade e acabam com a desculpa de falta de tempo e distância, abrindo ainda mais o leque de possibilidades da Estação das Letras.

 

"Para além dos cursos on-line e próximo deles, a Estação deverá lançar a Rede Escreviver, inicialmente para consumo interno e logo para consumidores externos", antecipa Suzana. Trata-se de uma rede de escrita na qual os participantes trocarão informações, textos, leituras entre si e que também será abrigada na página oficial.

 

Dessa história merece reverência ainda o serviço fixo de análise de originais, criado há uma década, atendendo a autores de todas as regiões do país:  Beirut Souvenirs (Ana Cristina Leonardos), 50 tempestades (Wanda Lins), Em cada canto um conto (Itala Sandra Del Sartro), Galo Velho (Luis Fernando Caruso) e Poemas para o fim dos tempos (Carlos Frederico Manes), As primeiras pessoas (Cesar Cardoso), A versão dos vencidos — uma ótica sobre a história do México (Humberto Borges), Um homem chamado Luiz (Lenira Tabosa Pessoa), A Ética de Demétrius (Paulo Boaventura) e O elogio da mentira e outras histórias (Lycio de Faria) são algumas das obras lançadas no Brasil e que passaram pelas mãos dos pareceristas da Estação.

 

Para empresas, há cursos direcionados aos funcionários, com o objetivo de treinar a escrita adequada e estimular as capacidades criativa e interativa dos funcionários, bem como ampliar os conhecimentos culturais dos mesmos. A LiterÁrea, livraria da Estação, é um pólo à parte para reuniões, lançamentos, confraternizações e, claro, venda de obras escolhidas com muito cuidado.

 

O resultado de todo esse trabalho é medido em parte pela aceitação do mercado editorial, que recebe os autores saídos das oficinas e que acabam bem sucedidos em suas áreas de atuação. "E, como produtora, idealizamos e trabalhamos com eventos cujo resultado efetivo se fez sentir na comunidade do livro, tais como as Rodas de Leitura e o Livros na Mesa, entre muitos outros, inclusive na área internacional", complementa Suzana, mencionando Mostra Sul da Poesia Latino-Americana, Informes de Borges, além das Vanguardas Literárias da América Latina.

 

Como metas da Suzana Vargas estão a ampliação de serviços para atender a população de baixa renda, a formação de leitores e o estímulo da escrita de forma geral. "Escrever para sobreviver num mundo cuja história, mais do que de imagens, está vivendo da escrita", analisa Suzana.

 

SERVIÇO

Coquetel de 18 anos da Estação das Letras

Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa (Rua São Clemente, 134, Botafogo)

Horário: 17 h

 

Assessoria de Imprensa

Andrea Drummond – dea@cantodotrabalho.com

24 8824-1512



 [Escrito por Silvana às 15h12 ] [envie este texto]

 




em recife

cardume,

de carlos moreira

 

 

 

 

 

 

 

em são paulo

poética do ciborgue,

de e. m. de melo e castro

 

 

 

E. M. de Melo e Castro, um dos maiores nomes da poesia experimental em língua portuguesa, traz em Poética do ciborgue uma seleção de seus ensaios, entre inéditos e clássicos, que refletem mais de 60 anos de atuação como poeta e pensador, em uma história que se confunde com a da própria poesia concreta. Poética do ciborgue traça uma trajetória da evolução das relações entre poética e tecnologia, desde os aparatos analógicos até a revolução digital dos computadores e da internet, buscando os rumos para uma arte digital, ao colocar questões tanto à teoria literária como à teoria da arte, no que diz respeito às utilizações das ferramentas eletrônicas e suas aptidões inventivas.


 

É uma antologia constituída por seus textos mais significativos, formando um conjunto coerente entre sua prática e a necessária reflexão teórica e crítica. E. M. de Melo e Castro, nascido a 19 de abril de 1932, na Covilhã, foi um dos iniciadores da poesia concreta em Portugal. A sua prática poética tem sido acompanhada por uma teorização sistemática sobre a linguagem e sobre as tecnologias da comunicação. Sua produção bibliográfica, que se estende por mais de cinquenta livros de poemas, prosa e ensaios, tematizou a tecnopoiesis, a cibercultura e a infopoesia e outras linguagens ainda pouco exploradas até então. Além disso, na sua obra cruzam-se múltiplas práticas, que vão da performance corporal e vocal ao poema tridimensional ou em novas mídias. A sua consciência da mediação técnica da era eletrônica refletiu-se num conjunto de obras pioneiras no uso do vídeo e do computador na produção literária.

 

 

Contato: Victor Paes

(21) 3936-3940

 

(21) 98407-0579



 [Escrito por Silvana às 09h10 ] [envie este texto]

 




em curitiba

entre as quatro linhas

contos sobre futebol

org. luiz ruffato

 

 

 

 

 

 

 

ciclo outras leituras

com luci collin, luiz felipe leprevost,

marcelo sandmann, carlos machado,

jussara salazar, márcia széliga e paulo reis

 

 

 

 

 

 

 

em diamantina

14ª edição do café literário

los ríos profundos, de josé maría arguedas

apresentação: melissa boëchat

 

 

 

 

 

 

 

em governador valadares, mg

44ª edição

sarau poético do psia

 

 

 

 

 

 

 

no rio de janeiro

exposição somos iguais,

de nazareno

curadoria: tainá azeredo

 

 

 

 

 

 

 

um encontro com

eduardo galeano

 

 



 [Escrito por Silvana às 09h09 ] [envie este texto]

 




em são paulo

pequena coleção de grandes horrores,

de luiz bras

 

 

 

 

 

 

 

lançamento da campanha

índio é nós

 

 

 

 

 

 

 

poesia da américa latina para crianças,

de jorge henrique bastos

 

 

 

 

 

 

 

em santo andré, sp

à flor da pele

curadoria altina felício e

flávia robles datto

 

 

 



 [Escrito por Silvana às 06h57 ] [envie este texto]

 




em belo horizonte

exposição

leo brizola

 

 

 www.galpaoparaiso44.art.br 

 

 

 

 

exposição ângelo issa

& miguel gontijo

curadoria robson soares

 

 

©miguel gontijo | foto juninho mota

 

 

abertura dia 8 de abril de 2014, das 19h30 às 22h30

visitação (13 h às 21 h) até o dia 11 de maio de 2014

cine theatro brasil vallourec

rua dos carijós, 258 - centro (praça sete)

 

Ângelo Issa: Sentido Obrigatório - A exposição conta com oito obras e discute a pressão exercida pelo caráter obrigatório e proibitivo de nossas leis (no 5º andar do edifício) | Miguel Gontijo: Bibliotheca - Composta por desenhos, assemblages, objetos, pinturas, a mostra é uma junção dos trabalhos realizados desde sua adolescência (no 6º andar do edifício).

 
 
 
 

 

centro,

de antonio barreto 

 



 [Escrito por Silvana às 06h54 ] [envie este texto]

 




em belo horizonte

only you

direção pedro paulo cava

 

 

 

 

 

 

 

neuza ladeira

aquarelas e pinturas

 

 

 

 

 

 

 

conto eu, conta você

segundo encontro

no atelier casa da cultura

 

 

Mulher deitada lendo | Pablo Picasso | 1960

 

O nosso segundo convite é para aqueles que vieram no nosso primeiro encontro e, também, para novos alunos interessados em ler e refletir sobre o que se lê. Contaremos novamente com a Professora de Literatura e Língua Portuguesa Vera Lopes para fazer a mediação. O conto escolhido é também do livro Primeiras Estórias, de Guimarães Rosa. Vamos ter a oportunidade de ler o conto no primeiro momento da aula e conversar mais uma vez sobre a diversidade e singularidade da obra do autor.

 

Convidada especial: Elizabeth Gontijo, artista plástica e poetisa mineira, que vai colaborar na mediação, contando a própria convivência com a obra de Guimarães Rosa.

 

Informações gerais

Data: dia 3 (quinta-feira) de abril de 19 h às 21h30

Local: Atelier Casa da Cultura – Lúcia Castanheira

Rua São Pedro da União, 106 – Sion

Valor: R$ 80,00 incluindo o conto impresso e "café mineiro"

Inscrições pelo e-mail: ateliercasacultura@gmail.com

Tel.: (31) 9644-3234

 

 

 

 

 

em natal

femininas & a duração do deserto

clewton nascimento & nina rizzi

 

 

 



 [Escrito por Silvana às 08h33 ] [envie este texto]

 




em recife

mosaico,

org. raimundo de moraes

 

 

 

Lançamento da coletânea Mosaico, de Cícero Belmar, Cleyton Cabral,

Gerusa Leal, Lucia Moura e Raimundo de Moraes (Org.)

27 de março às 19h (Quinta-Feira)

Gabinete Português de Leitura

Rua do Imperador 290 - Santo Antônio

Edições Interpoética, 44 págs., R$ 20

 

 

 

 

 

em são paulo

a representação matemática

das nuvens, de arrudA

 

 

 

 

 

 

 

uma conversa com

emir sader

 

 

 

O Centro Cultural São Paulo realizará em 2014 diversas atividades para recordar os 50 anos do golpe civil-militar de 1º de abril de 1964, que mergulhou o Brasil num dos períodos mais sombrios de toda a sua história, e também os 30 anos da campanha popular pelas Diretas Já, que levou ao fim do ciclo autoritário e ao começo de uma nova jornada em direção à democracia.

 

Nos meses de fevereiro e março, a Curadoria de Literatura e Poesia do CCSP realizará palestras, debates e recitais alusivos ao tema, além de promover a distribuição de panfletos poéticos, com textos de autores que denunciaram o clima de violência e opressão de nossos "negros verdes anos".

 

O sociólogo Emir Sader fará um depoimento sobre o golpe de estado de 1964 e o significado das mudanças democráticas que aconteceram no País nas últimas décadas. Em seguida, responderá a perguntas do público, num bate-papo informal.

 

Serviço

29/03 (sábado) -  Uma Conversa com Emir Sader

das 15h às 17h - Sala Lima Barreto (99 lugares)

Grátis - entrada livre - sem necessidade de retirada de ingressos

 

Centro Cultural São Paulo

Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso

(Próximo às estações Paraíso e Vergueiro do metrô)

Informações ao público: (11) 3397-4002

Atendimento à imprensa: (11) 3397-4063/4064

www.centrocultural.sp.gov.br

@CentroCultural | fb: CentroCulturalSaoPaulo



 [Escrito por Silvana às 09h35 ] [envie este texto]

 




em são paulo

zunái — 10 anos

& recital caixa preta

 

 

 

Na terça-feira, dia 25 de março, a partir das 20h30, acontecerá o Recital da Caixa Preta, na Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo. Na ocasião, haverá o lançamento de uma edição impressa da Zunái, comemorativa dos dez anos de existência da revista, além de leituras poéticas com a participação de Claudio Willer, Horácio Costa, Abreu Paxe, Dirceu Villa, Elson Fróes, Antônio Vicente Seraphim Pietroforte, Francesca Cricelli, Roberta Ferraz, Alex Dias, Edson Bueno de Camargo, Claudio Daniel, Rubens Jardim, Marcelo Ariel, Célia Abila, Maria Alice Vasconcelos, Karine Kelly Pereira e Dora Dimolitsas.

 

 

 

 

 

poemas para a palestina

org. claudio daniel

& khaled mahassen

 

 

 

Lançamento dia 26 de março, a partir das 19 h

Bar Canto Madalena - Rua Medeiros de Albuquerque, 471

Vila Madalena



 [Escrito por Silvana às 12h17 ] [envie este texto]

 




no rio de janeiro

cursos especiais

na estação das letras

 

 

 

Abril está chegando com uma série de cursos especialíssimos para o mês do aniversário de 18 anos da Estação das Letras. A partir do dia 2, a escritora Ana Letícia Leal dá uma Oficina de Memórias e outra de Autoficção na casa, que conta ainda com o Conto, pela experiência de Jair Ferreira dos Santos, entre os gêneros que serão trabalhados. O poeta e professor Gilberto Mendonça Teles aborda o sentido de transformação dos fatos e fenômenos culturais na sociedade, na arte e na literatura em sua Oficina de História Literária; Roberto Rodrigues comanda os procedimentos técnicos que caracterizam cada um dos gêneros, em um convite à criação de textos a partir da leitura de diversas modalidades textuais, na Oficina de Gêneros Literários.

 

Inscrições e outras informações, no site www.estacaodasletras.com.br e pelo tel.: (21) 3237-3947. A Estação das Letras fica na Marquês de Abrantes, 177, no Flamengo.

 

 

 

 

 

em campos dos goytacazes

nos tempos da foto novela,

por artur gomes

 

 

 

Aulas de teatro [expressão corporal, atuação, fotografia,

filmagem, redação, roteiro e produção]

 

O curso abordará os conceitos básicos da técnica fotográfica e audiovisuais, de utilização da câmera, discussão sobre fotógrafos renomados, conceitos básicos sobre a fotonovela e sua narrativa específica e as ferramentas para a criação de uma fotonovela.

 

      Produção e edição de uma fotonovela.

      Entrega de um DVD editado para cada aluno da turma.

      Data: abril a junho | uma vez por semana [toda quinta-feira] | 3 horas por dia [15h às 18h].

    Carga horária: 39 horas

    Local: Espaço Multimídia/Sesc.

    Público: Terceira Idade e Jovens [capacidade da turma = 45 participantes]

 

Inscrições abertas no Sesc:

Av. Alberto Torres, 397 – Centro

Tel.: (22) 2725-1210

 

Mais informações:

Fulinaíma Produções

portalfulinaima@gmail.com

Tel.:(22) 99815-1266



 [Escrito por Silvana às 12h14 ] [envie este texto]

 




no rio de janeiro

neusinha brizola: sem mintchura,

de lucas nobre e fábio fabrício fabretti

 

 

 

 

 

 

 

150 anos + 1

ernesto nazareth

 

 

 

 

 

 

 

em belo horizonte

sempre um papo:

sérgio rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

percurso pela arte moderna

curso com vânia myrrha

 

 

 

Professora Vânia Myrrha

Início: 24 de março de 2014

Término: 16 de junho de 2014

Aulas: todas às segundas-feiras de 19h30 às 21h30 + tempo para reflexões

Informações e inscrições: (31) 8844-2971 | curso@vaniamyrrha.com.br

 

 

De antes do Impressionismo (1820-1870) até a Arte de Hoje (1988 em diante) o curso Percurso Pela Arte Moderna, através de uma abordagem cronológica e multidisciplinar, apresenta e faz a reflexão estética plural e necessária sobre os principais movimentos, histórias, vanguardas, obras, esculturas, objetos, instalações, arquiteturas, artistas e conceitos que ainda influenciam a Arte Contemporânea. Vânia Myrrha (Belo Horizonte/MG) é pesquisadora, arquiteta, artista plástica e professora de História da Arte e do Design na UEMG - Universidade do Estado de Minas Gerais. Especialista em História da Arte pela PUC Minas e em Arte Contemporânea pelo IEC – Instituto de Educação Continuada. Mestre em Arquitetura e Urbanismo – EAUFMG.



 [Escrito por Silvana às 08h12 ] [envie este texto]

 




em belo horizonte

drica,

de tácito naves sanglard

 

 

 

O poeta mineiro, Tácito Naves Sanglard, lança hoje, terça-feira, dia 18, Drica, seu mais recente livro de poesia, pela Anome Livros, com Wilmar Silva de Andrade, no Terças Poéticas, na Casa Una Centro de Cultura. Drica é o sétimo livro de Tácito, composto de 107 poemas, trazendo um CD com esses poemas na voz do poeta. O prefácio é do escritor Ramón Villagra Delgado, diplomata e embaixador argentino, que foi Cônsul Geral da Argentina em Belo Horizonte. O evento conta também com Eduardo Tornaghi, ator e poeta carioca, criador da "Pelada Poética no Leme", que apresentará poemas de Drica, além de lançar seu livro Matéria de Rascunho. Ramón Villagra  Delgado também homenageará o poeta argentino, Enrique Banchs, (Buenos Aires, 1888-1968), considerado um dos melhores exemplos da pura poesia.

 

Drica, de Tácito Naves Sanglard

Dia 18 de março de 2014

Início às 19 h | Distribuição de senhas a partir de 18 h

LOCAL: Casa Una Centro de Cultura - Rua Aimorés, 1451

Tel.: (31) 3235-7314

 

 

 

 

 

em são paulo

oroboro, poesia reunida

de victor sosa

 

 

 

 

 

 

 

filosofia presente

rodrigo petronio

 

 

 

 

 

 

 

e-book do começo ao fim

espaço revista cult

 

 



 [Escrito por Silvana às 08h08 ] [envie este texto]

 




no mundo

a palavra acesa de josé chagas

produção: zeca baleiro e celso borges

 

 

 

Quem não ouviu: ouça.

 

Paraibano no documento, mas maranhense na alma e no verso, o poeta José Chagas nasceu em Piancó, na Paraíba, no dia 29 de outubro de 1924. Filho de componeses, começou sua lavoura ainda menino, ajudando os pais na roça. Só mais tarde, em Teresina (PI), onde concluiu o ensino médio, é que passou a semear outra lavoura, a dos versos.

 

Chegou a São Luís em 1948, fugindo da seca e levando no bolso um caderninho com os primeiros poemas. A estreia na literatura aconteceu em 1955, com Canção da Expectativa. Naquele mesmo ano, começou a escrever crônicas para jornal.

 

Aos 88 anos, a obra do poeta é homenageada neste álbum — A Palavra Acesa de José Chagas — produzido por Zeca Baleiro e o poeta maranhense Celso Borges. A dupla escolheu 12 poemas que surgem em forma de música com a participação de 20 artistas. Um lançamento Saravá Discos: www.facebook.com/saravadiscos.  


 [Escrito por Silvana às 10h47 ] [envie este texto]

 




na web

revista flaubert

 

 

 

A revista Flaubert reedita a ambição da revista Ficção, publicada durante a década de 70, com editores do porte do escritor Hélio Pólvora. A exemplo da revista citada, possui editorias espalhadas por parte do território nacional: Ceará, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Maranhão, Rio de Janeiro. Pretendendo expandir-se — para cobri-lo de modo eficiente —, pronta para descobrir o continente da nova ficção brasileira apresentado parcialmente por diversas antologias presentes no mercado. Encarnada na figuras dos escritores: Alessandro Garcia (RS), Anderson Fonseca (CE), Daniel Osiecki (PR), Bruno Azevedo (MA), Delfin (SP), JD Lucas (RJ), André Tartarini (RJ), como editores regionais, quer ampliar o terreno em exploração da narrativa curta no país.

 

A revista chegará dia 15 de março, às 14h30 aos monitores dos leitores do país. O criador da revista e o editor geral Mariel Reis, também escritor, comenta a necessidade do empreendimento para a oxigenação da literatura brasileira contemporânea: "É preciso saber a nova literatura do Piauí, de Alagoas, de Mato Grosso, entre outros estados da federação. O mercado editorial deu sua última palavra privilegiando a região sudeste com vários eventos de literatura, que já se espalham pelo país, mas obrigam aos escritores a um êxodo para o Rio de Janeiro ou São Paulo para acontecerem de fato. As grandes editoras, por exemplo, não têm filiais nos estados comentados; ou olheiros, linguagem utilizada no futebol, para auxiliá-las em suas descobertas". A pretensão da revista Flaubert é ter a dinamização das forças criativas do país em um só espaço.

 

O escritor Delfin, editor de São Paulo, esclarece: "As narrativas são livres. E não precisam ser inéditas. A única exigência da revista é de que não estejam comprometidas editorialmente". Alessandro Garcia, escritor e editor do Rio Grande do Sul, frisa: "As narrativas têm um limite de páginas, pedimos aos escritores para comportá-las em no mínimo uma lauda e no máximo dez". André Tartarini, escritor e editor do Rio de Janeiro, pontua sobre a ação da revista: "Os editores regionais estarão abertos para receber colaborações, mas eles terão independência para decidir sobre o que será feito". Daniel Osiecki, escritor e editor do Paraná, pondera: "Os trabalhos serão muito bem-vindos, mas a escolha de três autores de cada estado para cada edição será uma tarefa árdua". JD Lucas, também editor carioca, além de escritor, emenda: "O legal da brincadeira taí: selecionar o melhor time entre boas narrativas para cada edição".

 

A revista Flaubert é uma homenagem às inúmeras revistas eletrônicas, segundo o editorial, como as extintas: Paralelos, Patife e Maria Joaquina. E outras, como a revista Machado. Sobre o nome da revista, esclarece o criador e editor geral Mariel Reis: "É uma homenagem a Gustavo Flaubert, principalmente ao conto "Um Coração Simples", que é uma obra-prima. A leitura da narrativa me marcou muito, a conheci por meio da coleção coordenada por Fernando Sabino, com a tradução de Luís Lima, se não me falha a memória".

 

 

Revista Flaubert

Lançamento dia 15 de março

Às 14: 30 h plataforma Issuu



 [Escrito por Silvana às 19h09 ] [envie este texto]